A comunicação como gatilho nas organizações

Somos movidos a gatilhos mentais no endomarketingTodos somos, hoje, movidos a gatilhos, o marketing explica muito bem isso. A Terceira Lei de Newton também é bastante clara quando afirma que para toda ação há sempre uma reação. E é exatamente o que a comunicação interna desperta nos colaboradores. Quando uma informação é publicada, uma campanha é anunciada ou um evento é promovido, é natural que o público interno responda a esses estímulos, seja se preparando para fases de transição, questionando o conteúdo, esclarecendo dúvidas, mudando processos etc. Uma das formas mais comuns para desencadear essas reações nas organizações costuma ser por meio de inserções preparadas e executadas pela equipe de comunicação corporativa.

Equipes de diferentes áreas costumam procurar os jornalistas de empresa em busca de auxílio para elaborar o melhor planejamento de comunicação para projetos, implantação de softwares, adequações a normas regulamentares, divulgação de cronogramas de ações específicas etc. Todas essas iniciativas geram desdobramentos para os colaboradores da empresa, sejam saídas do plano direcionadas a um determinado time que será envolvido ou até mesmo ajustes na estrutura da área para recepção de algo novo. A preparação dos colaboradores para o “go live” de um determinado projeto, por exemplo, seguida de avisos periódicos sobre suas etapas, já é suficiente para gerar reações. Percebe os gatilhos?

Outra análise pode ser feita com base no engajamento. O jornalista de empresa faz uso dos gatilhos mentais para despertar emoção, atrair a atenção, gerar envolvimento e interação, “conquistar” os colaboradores e valorizar ações e benefícios da organização. Prova social, autoridade, escassez, história, reciprocidade e inimigo em comum são alguns exemplos de gatilhos usados constantemente em peças de endomarketing. Assim como as simples informações divulgadas despertam reação no público interno, os gatilhos mentais fazem com que ações sejam desencadeadas a partir do consumo do conteúdo estrategicamente produzido.

Compreender o contexto, entender a necessidade do cliente interno e elaborar cronogramas de divulgação, identificando melhores canais e formatos para cada situação, é papel do profissional de comunicação. As propostas podem, em alguns casos, criar conflitos com os interesses dos responsáveis pela ação ou com o cronograma de execução de um projeto, por exemplo, no entanto, é extremamente recomendado que haja avaliação criteriosa para decidir se realmente vale a pena seguir a programação inicial sem estar alinhada ao plano de comunicação elaborado. Não que o trabalho em si precise ser totalmente alterado ou adaptado em função da estratégia de comunicação, mas conhecemos o potencial que tem um gatilho mental e sabemos, mais do que nunca, que eles nos movem a todo momento.

Está precisando turbinar sua estratégia de comunicação interna ou quer iniciar um trabalho de endomarketing na sua empresa? Então entre em contato.

Gabriel Rocha

2 comentários sobre “A comunicação como gatilho nas organizações

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